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quarta-feira, 20 de julho de 2011

E julho vai passando...

Hoje pela manhã eu pensei em tantas coisas legais pra escrever e agora que me sentei aqui pra escrever, parece que todos os meus pensamentos fugiram, acho que eles se uniram contar mim e foram embora, na verdade estou um pouco contrariada com a vida ou será comigo mesma? Não sei, também não quero ficar procurando respostas pra isso, acho melhor deixar pra lá e pensar nisso numa outra ocasião, preciso escrever.. Tenho uma meta e pretendo cumprir, que é de escrever pelo menos três crônicas por semana, puxa vida..sera que não que não vou conseguir... Acho que hoje eu não estou muito legal pra escrever deve ser isso e não vou forçar...Uma vez me pediram pra definir a vida, eu disse que a vida se parecia com as quatro estações do ano, as vezes florida e cheia de cores, outras calorosas e cheias de amor, outras épocas mas frias e cinzentas e algumas bem secas, secas de tudo, acho que hoje eu estou um pouco assim... seca, seca de tudo...  

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Não alcançamos a liberdade
buscando a liberdade, mas sim a verdade.
A liberdade não é um fim, mas
uma consequência.

Léon Tolstoi

segunda-feira, 29 de março de 2010

Dia - 29 Pensamento do dia


A alegria é a melhor coisa que existe. (Do nosso poetinha, Vinícios de Moraes)



sexta-feira, 12 de março de 2010

Dia 13 – Breve reflexão sobre a vida e sobre o amor

Estava aqui nesta madrugada de sexta-feira, em Recife, divagando sobre a vida e sobre o amor, e me vieram à cabeça dois pensamentos que adoro e quero compartilhar com vocês.

O primeiro é de Clarice Lispector:

“Não se preocupe em entender, viver ultrapassa qualquer entendimento.”

Não é demais?

O segundo é do mestre Cazuza:

“Eu quero a sorte de um amor tranqüilo, com sabor de fruta mordida…”

Preciso dizer mais?

quinta-feira, 11 de março de 2010

Dia 11 - Pensamento do dia

Parece que foi escrito especialmente para mim:

“O correr da vida embrulha tudo. A vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem!”. (João Guimarães Rosa).